Baixa e espalha: Por que Anarquistas não votam?

A farsa eleitoral está chegando, é hora de você entrar na corrente do “baixa e espalha“, para participar basta impressora, estilete e um grampeador para transformar tinta em diversão no dia da boca de urna.

Este é um artigo bem simples do geógrafo e anarquista francês Élisée Reclus, que o pessoal do coletivo “existe política além do voto” disponibilizou e nós criamos esse zine muito simpático para você distribuir feito “santinho”.

São 3 arquivos, um para você ler, outro para a capa e por fim o miolo. Basta imprimir a capa (pode usar papeis coloridos) e o miolo em frente e verso.

Se você não for votar, economizará o dinheiro do latão/busão, pois o valor da multa é de R$3,70. Sempre lembrando que participar dessa farsa já é facultativo:

… não esquecer que a Constituição Federal consagrou a inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença em seu art. 5º, VI e VIII, sendo proibido ao Estado adotar qualquer postura que fira as convicções e crenças do indivíduo, podendo este até se recusar a cumprir determinadas obrigações que contrariem sua fé, possibilidade chamada de “escusa ou objeção de consciência”.

Bote para correr os políticos profissionais e institucionalizados do seu bairro e faça transformação social com as próprias mãos!

Saravá!

 

 

[Livro] Veganarquismo

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Veganarquismo
Libertação Animal e Revolução Social:
Uma perspectiva vegana do anarquismo ou uma perspectiva anarquista do veganismo

Embora a teoria da libertação animal e o ativismo poucas vezes sejam bem-vindos ou considerados sérios pela esquerda dominante, muitos anarquistas já começaram a reconhecer sua legitimidade, não apenas como uma causa válida, mas como um aspecto integral e indispensável da teoria radical e da prática revolucionária. Enquanto a maioria das pessoas que se declaram anarquistas ainda não adotaram a libertação animal e seu correspondente estilo de vida – o veganismo – um número crescente de jovens anarquistas estão adotando pensamentos ecologistas e de inclusão-animal como parte de suas práticas gerais.

40 pág.
R$ 10,00 (Frete grátis)


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Anarquistas no Brasil: A Colônia Cecília de Giovanni Rossi e o Socialismo Experimental

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A Colônia Cecília de Giovanni Rossi e o Socialismo Experimental
Elaine Alves

“Uma análise sobre o socialismo experimental, criado por Giovanni Rossi, implantado no Brasil no final do século XIX, através da comunidade experimental Colônia Cecília. O breve episódio histórico da Colônia Cecília, criada na cidade de Palmeira – Paraná em 1890, é o marco inicial da representação do Anarquismo no Brasil e na América Latina. O primeiro experimento socialista, fato fortemente ligado à imigração de classes proletárias italianas.”

32 páginas
Impressão Laser em papel sulfite 75gr, capa em papel reciclado 150gr, grampo.

R$ 6,00

Fotos do rolê:

[Livro] Violência, Democracia e Black Blocs

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“Violência, Democracia e Black Blocs” é o novo livro da Editora Artesanal Monstro dos Mares, em conjunto com o Grupo Autônomo de Estudos Filosófico (GAEF) de Pindamonhangaba – SP.

O livro reúne dois artigos do sociólogo Nildo Avelino publicados na Revista ALEGRAR no12 ­de dez/2013 ­(ISSN 18085148 www.alegrar.com.br), sobre o Brasil e os Black Blocs.

“O mais importante, portanto, está na transformação ética dos indivíduos que a revolta é capaz de provocar: nela, a revolução deixa de ser estéril e imobilizadora para tornar-se devir. Ignorar isso, é desconhecer a dinâmica política da revolta. Em tais acontecimentos, como assinalou Kant, o que importa é o entusiasmo ou, na sua definição, aquele tipo de participação conforme o desejo cuja manifestação coloca o participante em perigo. Para ilustrar esse entusiasmo, Kant utilizou o seguinte verso da Eneida: diante dele a espada mortal quebra-se como frágil gelo…”

Violência, Democracia e Black Blocs
Nildo Avelino
32p.

Versão Impressa em Mobÿdistro ou Download Grátis

Galeria de fotos

[Livro] Cultura de Segurança: Um manual para ativistas

Agentes provocadores em Taksim Square durante manifestação no dia 11/06/2013

Agentes provocadores em Taksim Square durante manifestação no dia 11/06/2013

O livro “Cultura de Segurança” do Organizing for Autonomous Telecomms, um coletivo canadense de segurança da informação que está lançando a versão em Português do Brasil pela Editora Artesanal Monstro dos Mares que informa como militantes e ativistas devem ficar atentos na atuação de infiltrados, informantes, agentes provocadores e vazamento de informações.

Esse é um manual para ativistas que estão interessados em criar e manter uma consciência e cultura de segurança nos movimentos sociais.

“Se nós queremos que nossos movimentos de ação direta continuem, é imperativo que comecemos a reforçar nossa segurança e a nos levar mais a sério. Agora é o momento de adotar uma cultura de segurança. Uma boa segurança é certamente a melhor defesa que temos.”

Cultura de Segurança – Um manual para ativistas
(Organizing for Autonomous Telecomms, versão brasileira Monstro dos Mares)
Cachoeira do Sul, Junho de 2013
Primeira Impressão
P&B, 30 páginas.

Impresso em Mobÿdistro ou Download Grátis

http://monstrodosmares.milharal.org/
http://tao.ca/