Escritos Afugentáveis I – O educador mercenário: Para uma crítica radical das escolas da democracia Pedro García Olivo, tradução de Paulo Marques

Escritos Afugentáveis I – O educador mercenário: Para uma crítica radical das escolas da democracia. Pedro García Olivo, tradução de Paulo Marques.
128 páginas
Capa em papel Vergê azul de 180gr.

Educação Libertária é possível?

O que é “Educação” para que seja possível adjetivá-la? Uma educação pode ser denominada educação se não for libertária? Uma educação libertária requer professores libertários? Quem seriam? Prescinde de professor? Por que a Educação Libertária é aceita nos espaços institucionais se ela se pretende anti-sistema?

Altura: 21.00 cm
Largura: 14.00 cm
Comprimento: 0.60 cm
Peso: 120 g

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Saindo das sombras dos pinheirais: Mulheres na Guerra do Contestado

Saindo das sombras dos pinheirais: Mulheres na Guerra do Contestado
Aristides Leo Pardo (Prefácio de Claudia Mayer)
54 pág.
ISBN 978-85-68845-05-9

Somando-se à história do centenário desse conflito que mudou o mapa brasileiro, este livro apresenta um debate sobre o papel das mulheres na Guerra do Contestado.

Através de análise bibliográfica e do filme Guerra dos Pelados de Sylvio Back (1970), aborda-se questões de gênero e redescobre-se protagonistas da história que só agora começam a sair das sombras dos pinheirais.

  • Altura: 14.00 cm
  • Largura: 10.00 cm
  • Comprimento: 0.30 cm
  • Peso: 60 g

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Pixação: a arte em cima do muro

A pichação é uma forma de escrita presente em grande parte dos muros e prédios dos centros urbanos brasileiros, um fenômeno que incomoda muitas pessoas, inclusive as autoridades públicas, por se apresentar como uma expressão de estética marginal, ilegível para a maioria.

“A obra Pixação: A arte em cima do muro mostra claramente que o PIXO é mais do que uma manifestação humana, e sim, no âmbito sociológico, uma manifestação de classe, pois esta arte tem acima do contexto artístico um cunho social politico. É um grito que se estampa nos prédios, ruas e monumentos das cidades, com o foco de mostrar que a rua e a arte é um órgão vivo e não pode ser manipulado pela minoria.

O autor deixa claro que a pixação evolui conforme a conjuntura social, mesmo esta arte estando já fixada na estrutura social historicamente falando. Uma obra que impacta o leitor e provoca-o a conhecer esta atmosfera alternativa. Uma atmosfera que reage com um contexto mutável, por isso esta arte marginalizada se torna um grito provocativo da margem. A obra explana o quanto ainda esta arte contemporânea é mal compreendida devido os rótulos que a mesma recebe pela classe dominante, ou seja, por mais que exista uma resistência, vivemos uma ditadura onde a democracia se torna uma grande utopia.”


Sobre o autor:
Luiz Henrique Pereira Nascimento (o Luiz Karioka)
Luiz H. P. Nascimento, mais conhecido como Luiz Karioka, é filósofo, ativista social, professor e artista. Durante muitos anos trabalhou como redator publicitário, mas hoje se dedica exclusivamente à filosofia, à educação e ao ativismo. Levando a filosofia para as ruas, desenvolveu um olhar crítico sobre a violência física e estética das cidades. Passou três anos pesquisando sobre o universo da pichação, fazendo uma imersão no Movimento Pixo. O autor não pretende ser um porta-voz do movimento, muito menos moralizá-lo. Segundo ele, um dos principais objetivos deste livro é colocar as cartas na mesa para elevar o nível dos debates feitos acerca da pichação, da arte e da propriedade privada na sociedade capitalista.


Como comprar:
R$20,00 em nossa loja no Elo7, basta clicar neste link: https://www.elo7.com.br/pixacao-a-arte-em-cima-do-muro/dp/AECF24 ou no botão abaixo.
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História de Direitos Negados: memórias dos atingidos de Acauã

Com a construção da barragem de Acauã em 1999, no estado da Paraíba, a população da região alagada foi compulsoriamente deslocada e passou a conviver com transformações nas estruturas físicas de suas comunidades e em seu modo de viver. Os relatos orais dos homens e mulheres da região e a organização do movimento dos atingidos pela barragem são exemplos de uma resistência possível, formada por narrativas e memórias violadas pelo projeto de desenvolvimento que modificou a condição de ser de muitas pessoas.

Sobre o Autor:
Emeson Tavares da Silva é historiador e cientista social, Mestre em História, Poder e Práticas Sociais e Doutor em História Social. Professor do colegiado do curso de Filosofia da Universidade Estadual do Paraná (Unespar) e da Escola Superior de Aviação Civil (ESAC). Desenvolve pesquisa na área de Trabalho, Movimentos Sociais, Memórias, Cidades, Pós-Modernidade e Formação de Professores.

História de Direitos Negados: memórias dos atingidos de Acauã
Emeson Tavares da Silva
Editora Monstro dos Mares
ISBN: 978-85-68845-07-3
Edição artesanal, 172 páginas, capa em papel vergê na cor palha.


Como comprar:
R$24,00 em nossa loja no Elo7, basta clicar neste link: https://www.elo7.com.br/historia-de-direitos-negados-memorias-dos-atingidos-de-acaua/dp/AECDAC
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Anarquistas contra o muro

Hoje é Yom Kipur, o dia do perdão para o judaísmo. Sabemos que muitos judeus não concordam com a grave situação de extermínio na Faixa de Gaza e com a terrível opressão ao soberano povo da Palestina.

Em função disso, promovemos o download do zine “Anarquistas contra o muro (רדגה דגנ םיטסיכרנא)” para somarmos aos esforços de ampliação do debate, compreensão e posicionamento firme contra os governantes que promovem esta guerra territorial e extermínio étnico.

Palestina Livre!
Awalls

Anarquistas contra o muro, download.

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Ciberfeminismo: Tecnologia e Empoderamento

Desde que deixou os laboratórios das universidades e outros centros de pesquisa e tecnologia – tradicionalmente ocupados por homens cis, brancos, hetero, e membros da elite econômica –, a Internet se constrói como um local que, ao mesmo tempo, abriga (re)produção de discursos misóginos e tem o potencial de ser uma ferramenta poderosa para o enfrentamento daqueles mesmos discursos.

A coletânea que apresentamos agora começou a tomar forma em 2015, quando a Editora Monstro dos Mares realizou uma chamada pública de artigos sobre o ciberfeminismo. Os textos recebidos foram selecionados e organizados em um panorama que mostra alguns desdobramentos da militância feminista no ciberespaço, que o compreendem como zona fértil para a proliferação do poder feminino através da apropriação dos meios tecnológicos e sua transformação em ferramentas de luta.

Autoras:

<Claire L. Evans>
<Talita Santos Barbosa>
<Tatiana Wells>
<Jarid Arraes>
<Fhaêsa Nielsen>
<Caroline Franck + Cássia Rodrigues Gonçalves + Êmili Leite Peruzzo>
<Izabela Paiva>
<Graziela Natasha Massonetto>
<Priscila Bellini>
<Soraya Roberta, [S. R.]>

Organização:
<Claudia Mayer>

Ciberfeminismo: Tecnologia e Empoderamento
A5 (148.5 x 210 mm)
84 páginas
Capa em papel branco offset 230gr
Miolo em papel branco offset 75gr
ISBN: 978-85-68845-06-6


Como comprar:
R$ 30,00 com frete incluso através do Pagseguro, basta clicar neste link: https://pag.ae/blm4r4v

Baixa e espalha: Por que Anarquistas não votam?

A farsa eleitoral está chegando, é hora de você entrar na corrente do “baixa e espalha“, para participar basta impressora, estilete e um grampeador para transformar tinta em diversão no dia da boca de urna.

Este é um artigo bem simples do geógrafo e anarquista francês Élisée Reclus, que o pessoal do coletivo “existe política além do voto” disponibilizou e nós criamos esse zine muito simpático para você distribuir feito “santinho”.

São 3 arquivos, um para você ler, outro para a capa e por fim o miolo. Basta imprimir a capa (pode usar papeis coloridos) e o miolo em frente e verso.

Se você não for votar, economizará o dinheiro do latão/busão, pois o valor da multa é de R$3,70. Sempre lembrando que participar dessa farsa já é facultativo:

… não esquecer que a Constituição Federal consagrou a inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença em seu art. 5º, VI e VIII, sendo proibido ao Estado adotar qualquer postura que fira as convicções e crenças do indivíduo, podendo este até se recusar a cumprir determinadas obrigações que contrariem sua fé, possibilidade chamada de “escusa ou objeção de consciência”.

Bote para correr os políticos profissionais e institucionalizados do seu bairro e faça transformação social com as próprias mãos!

Saravá!

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[Livro] Veganarquismo

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Veganarquismo
Libertação Animal e Revolução Social:
Uma perspectiva vegana do anarquismo ou uma perspectiva anarquista do veganismo

Embora a teoria da libertação animal e o ativismo poucas vezes sejam bem-vindos ou considerados sérios pela esquerda dominante, muitos anarquistas já começaram a reconhecer sua legitimidade, não apenas como uma causa válida, mas como um aspecto integral e indispensável da teoria radical e da prática revolucionária. Enquanto a maioria das pessoas que se declaram anarquistas ainda não adotaram a libertação animal e seu correspondente estilo de vida – o veganismo – um número crescente de jovens anarquistas estão adotando pensamentos ecologistas e de inclusão-animal como parte de suas práticas gerais.

40 pág.
R$ 10,00 (Frete grátis)


Pedido de solidariedade: Como coletivo, dependemos diretamente dos recursos arrecadados para tirar novas impressões e edições de nossos livros. Se você puder contribuir adquirindo seu livro isso permitirá que possamos ter mais e mais livros na rua.

Anarquistas no Brasil: A Colônia Cecília de Giovanni Rossi e o Socialismo Experimental

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A Colônia Cecília de Giovanni Rossi e o Socialismo Experimental
Elaine Alves

“Uma análise sobre o socialismo experimental, criado por Giovanni Rossi, implantado no Brasil no final do século XIX, através da comunidade experimental Colônia Cecília. O breve episódio histórico da Colônia Cecília, criada na cidade de Palmeira – Paraná em 1890, é o marco inicial da representação do Anarquismo no Brasil e na América Latina. O primeiro experimento socialista, fato fortemente ligado à imigração de classes proletárias italianas.”

32 páginas
Impressão Laser em papel sulfite 75gr, capa em papel reciclado 150gr, grampo.

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Fotos do rolê:

[Livro] Violência, Democracia e Black Blocs

“Violência, Democracia e Black Blocs” é o novo livro da Editora Artesanal Monstro dos Mares, em conjunto com o Grupo Autônomo de Estudos Filosófico (GAEF) de Pindamonhangaba – SP.

O livro reúne dois artigos do sociólogo Nildo Avelino publicados na Revista ALEGRAR no12 ­de dez/2013 ­(ISSN 18085148 www.alegrar.com.br), sobre o Brasil e os Black Blocs.

“O mais importante, portanto, está na transformação ética dos indivíduos que a revolta é capaz de provocar: nela, a revolução deixa de ser estéril e imobilizadora para tornar-se devir. Ignorar isso, é desconhecer a dinâmica política da revolta. Em tais acontecimentos, como assinalou Kant, o que importa é o entusiasmo ou, na sua definição, aquele tipo de participação conforme o desejo cuja manifestação coloca o participante em perigo. Para ilustrar esse entusiasmo, Kant utilizou o seguinte verso da Eneida: diante dele a espada mortal quebra-se como frágil gelo…”

Violência, Democracia e Black Blocs
Nildo Avelino
32p.

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